Ministério Público: Diretores da Codevasf podem responder civil e criminalmente após inutilidade de obra de 4 milhões em Canindé de São Francisco

 

Foto: Representantes da DESO, CODEVASF e o Promotor de
Justiça Drº Paulo José

Na tarde desta quarta-feira (20), aconteceu na Promotoria de Justiça do Município de Canindé de São Francisco uma audiência envolvendo representantes da Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Poder Legislativo e representantes municipais com o objetivo de dar continuidade as ações de investimentos da empresa fornecedora de água na área rural.

De acordo com a Deso o principal problema na distribuição de água para os Povoados Capim Grosso e Curituba estaria na tubulação que é de responsabilidade da Codevasf.

De acordo com o representante da Codevasf, a tubulação havia custado na época o valor de 4 milhões de reais para ser implantada.

Durante a audiência, o Promotor de Justiça Drº Paulo José, determinou que a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco apresente até o dia 27 de maio um levantamento com estudos da rede de tubulação, incluindo a empresa prestadora do serviço.

Drº Paulo José ainda informou que irá entrar com ações civil e criminal para responsabilizar os diretores e responsáveis pela obra por improbidade administrativa: “Foram gastos 4 milhões de reais e a obra não tem utilidade, é necessário refazer tudo, foi gasto dinheiro público de modo temerário, vou abrir um inquérito civil e um criminal por improbidade contra o presidente da Codevasf da época e demais, porque foram e estão sendo omissos”, concluiu.   


Por Damião Feitosa

Jornalista DRT-0005839/BA

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