Coronavírus: Ministério Público expede recomendações às farmácias e supermercados de Canindé de São Francisco, Sergipe

Foto: Arquivo do Site Jornal do Sertão | Marcos Alves

O Ministério Público do Estado de Sergipe, através da Promotoria da cidade de Canindé de São Francisco, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, considerando que o Governo do Estado decretou situação de emergência na saúde pública, em razão da pandemia causada pela doença COVID-19, provocada pelo coronavírus; O Decreto Municipal 033/2020, o qual decretou situação de emergência em saúde pública no município de Canindé de São Francisco, datado em 18 de março de 2020; Ser evitada, como medida protetiva e necessária a aglomeração de pessoas; O grande fluxo de clientes nos supermercados e farmácia deste município, o que gera grande risco de contaminação pelo coronavírus, resolve:





1.    Limitar o acesso e permanência no interior dos estabelecimentos citados a metade do fluxo normal de clientes;
2.    Orientar frequentemente os clientes para que evitem fazer compras em família. Os supermercados deverão fazer a referida orientação, preferencialmente, usando sistema de som no interior de seus respectivos estabelecimentos;
3.    Colocar em cada fila de caixa aviso orientando os clientes a manterem um metro e meio de distância entre si;
4.    Colocar em cada fila de caixa aviso sobre a necessidade de atendimento prioritário a idosos;
5.    Manter constante higienização nos locais de fácil acesso as mãos, tais como, carrinhos e cestas de compras, balcões, maquinetas de cartões, teclados, portas de freezers e refrigeradores, maçanetas, mesas, etc;
6.    Em momento de pouco fluxo de clientes, manter uma distância mínima de dois metros entre os caixas em funcionamento, deixando, pelo menos, um caixa entre ambos desativado;
7.    Monitorar constantemente as filas dos caixas para que, sempre que necessário, sejam direcionados funcionários aos caixas sem uso, visando a máxima redução de clientes nas filas;
8.    Disponibilizar álcool a 70% para uso de funcionários e clientes;
9.    Evitar aglomerações desnecessárias de clientes e/ou funcionários;

O Promotor de Justiça, Emerson Oliveira Andrade, ainda recomendou aos gerentes e proprietários dos supermercados e farmácias que publiquem em local de fácil acesso a leitura das orientações.


Por Damião Feitosa do Jornal do Sertão
Jornalista DRT 5839/BA
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